11/11/2017

Dia de S. Martinho





O Dia de São Martinho é celebrado anualmente a 11 de novembro.

Este dia é uma das celebrações que marcam o outono e a tradição exige celebrar-se a data com um magusto.

História de São Martinho

Martinho de Tours foi um militar, monge, bispo e santo católico, nascido a 316 e falecido a 397.
A lenda de São Martinho conta que certo dia, um soldado romano chamado Martinho, estava a caminho da sua terra natal. O tempo estava muito frio e Martinho encontrou um mendigo cheio de frio que lhe pediu esmola. Martinho rasgou a sua capa em dois e deu uma metade ao mendigo. De repente o frio parou e o tempo aqueceu. Este acontecimento acredita-se que tenha sido a recompensa por Martinho ter sido bom para com o mendigo.
A tradição do Dia de São Martinho é assar as castanhas e beber o vinho novo, produzido com a colheita do verão anterior.
Por norma, na véspera e no Dia de São Martinho o tempo melhora e o sol aparece, tal como sucedeu com São Martinho. Este acontecimento é conhecido como o Verão de São Martinho.
São Martinho tornou-se no padroeiro dos mendigos, alfaiates, peleteiros, soldados, cavaleiros, curtidores, restauradores e produtores de vinho.



Frases e Provérbios de São Martinho 

  • Por S. Martinho semeia fava e o linho.
  • Se o inverno não erra o caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho.
  • Se queres pasmar o teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.
  • No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o vinho.
  • No dia de S. Martinho, castanhas, pão e vinho.
  • No dia de S. Martinho com duas castanhas se faz um magustinho.
  • Dia de S. Martinho, fura o teu pipinho.
  • Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
  • Pelo S. Martinho, todo o mosto é bom vinho.

01/11/2017

Efemérides




O Dia de Todos os Santos é comemorado anualmente no dia 1 de novembro e honra todos os santos conhecidos e desconhecidos, mártires e cristãos heróicos celebrados ao longo do ano.
Neste dia é também celebrado (por antecipação) o dia dos Fiéis Defuntos, que se celebra a 2 de novembro.

Origem da data

A origem do dia remonta ao século II, quando os cristãos começaram a honrar os que tinham sido perseguidos e martirizados por causa da sua fé. Foi o Papa Gregório III que no século VIII dedicou uma capela em Roma a Todos os Santos e que ordenou que a data fosse celebrada a 1 de novembro.

Tradições do Dia de Todos os Santos

Este dia é dedicado a homenagear todos os que já partiram. Por norma, as famílias portuguesas enfeitam as campas dos seus familiares nos cemitérios e ao longo do dia 1 de novembro visitam os cemitérios para deixar ramos e velas nas campas. Antes da visita aos cemitérios realizam-se missas nas paróquias. Depois da missa realiza-se uma procissão até ao cemitério.
No dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos, existe a crença de que as almas dos mortos descem à terra nos locais de nascimento. À noite festeja-se o Dia das Bruxas ou Halloween (nome pelo qual é conhecida a noite das bruxas a nível mundial).

Feriado de Todos os Santos

O Dia de Todos os Santos é um feriado nacional. Este dia deixou de ser um feriado nacional em 2013, mas o Governo retomou em 2016 o feriado do Dia de Todos os Santos, por acordo com Santa Sé.



Tradições portuguesas do Dia de Todos os Santos

Em Portugal, no Dia de Todos os Santos, era tradição , as crianças saírem à rua em pequenos grupos para pedir o “Pão por Deus” de porta em porta. Recitavam versos (“ Ó tia, dá Pão-por-Deus ? Se o não tem dê-lho Deus!” ou “ Ó tia ó tia, bolinhos bolinhos em louvor de todos os santinhos”) e recebiam como oferenda: pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, amêndoas ou castanhas, que colocavam dentro dos seus sacos de pano confeccionados com retalhos de tecido.

Antigamente todas as pessoas iam pedir o “Pão por Deus” porque havia muita pobreza e havia mesmo necessidade de pedir.
Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida e bebida) e, quando chegavam os pobres, entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam mais alguma coisa.

É também costume em algumas regiões, os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro.
Em algumas povoações da zona centro e estremadura chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do Bolinho’. Os bolinhos típicos são especialmente confecionados para este dia, sendo à base de farinha e erva doce com mel (noutros locais leva batata doce e abóbora) e frutos secos como passas e nozes. Nos Açores era costume colocar o primeiro pão da fornada à porta para quem passa-se e tivesse fome levar.

Em 1756, também se cumpriu esta tradição, 1 ano após o terremoto que destruiu Lisboa em 1º de Novembro de 1755 em que morreram milhares de pessoas e a população da cidade – na sua maioria pobre – ainda mais pobre ficou. A progressiva implementação do Halloween em Portugal é uma ameaça à continuidade do “Pão-por-Deus” pois vem substituir as tradicionais manifestações das tradições portuguesas que importa preservar pois fazem parte do nossa cultura.


31/10/2017

Halloween




Halloween is an annual holiday, celebrated each year on October 31, that has roots in age-old European traditions. It originated with the ancient Celtic festival of Samhain, when people would light bonfires and wear costumes to ward off ghosts. In the eighth century, Pope Gregory III designated November 1 as a time to honor all saints; soon, All Saints Day incorporated some of the traditions of Samhain. The evening before was known as All Hallows Eve, and later Halloween. Over time, Halloween evolved into a day of activities like trick-or-treating and carving jack-o-lanterns. Around the world, as days grow shorter and nights get colder, people continue to usher in the season with gatherings, costumes and sweet treats.

Ancient Origins of Halloween 

Halloween’s origins date back to the ancient Celtic festival of Samhain (pronounced sow-in). The Celts, who lived 2,000 years ago in the area that is now Ireland, the United Kingdom and northern France, celebrated their new year on November 1.
This day marked the end of summer and the harvest and the beginning of the dark, cold winter, a time of year that was often associated with human death. Celts believed that on the night before the new year, the boundary between the worlds of the living and the dead became blurred. On the night of October 31 they celebrated Samhain, when it was believed that the ghosts of the dead returned to earth.
In addition to causing trouble and damaging crops, Celts thought that the presence of the otherworldly spirits made it easier for the Druids, or Celtic priests, to make predictions about the future. For a people entirely dependent on the volatile natural world, these prophecies were an important source of comfort and direction during the long, dark winter.
To commemorate the event, Druids built huge sacred bonfires, where the people gathered to burn crops and animals as sacrifices to the Celtic deities. During the celebration, the Celts wore costumes, typically consisting of animal heads and skins, and attempted to tell each other’s fortunes.
When the celebration was over, they re-lit their hearth fires, which they had extinguished earlier that evening, from the sacred bonfire to help protect them during the coming winter.

Did You Know?

One quarter of all the candy sold annually in the U.S. is purchased for Halloween.
By 43 A.D., the Roman Empire had conquered the majority of Celtic territory. In the course of the four hundred years that they ruled the Celtic lands, two festivals of Roman origin were combined with the traditional Celtic celebration of Samhain.
The first was Feralia, a day in late October when the Romans traditionally commemorated the passing of the dead. The second was a day to honor Pomona, the Roman goddess of fruit and trees. The symbol of Pomona is the apple, and the incorporation of this celebration into Samhain probably explains the tradition of “bobbing” for apples that is practiced today on Halloween.

All Saints Day 

On May 13, 609 A.D., Pope Boniface IV dedicated the Pantheon in Rome in honor of all Christian martyrs, and the Catholic feast of All Martyrs Day was established in the Western church. Pope Gregory III later expanded the festival to include all saints as well as all martyrs, and moved the observance from May 13 to November 1.
By the 9th century the influence of Christianity had spread into Celtic lands, where it gradually blended with and supplanted the older Celtic rites. In 1000 A.D., the church would make November 2 All Souls’ Day, a day to honor the dead. It’s widely believed today that the church was attempting to replace the Celtic festival of the dead with a related church-sanctioned holiday.
All Souls Day was celebrated similarly to Samhain, with big bonfires, parades, and dressing up in costumes as saints, angels and devils. The All Saints Day celebration was also called All-hallows or All-hallowmas (from Middle English Alholowmesse meaning All Saints’ Day) and the night before it, the traditional night of Samhain in the Celtic religion, began to be called All-Hallows Eve and, eventually, Halloween.

Halloween Comes to America 

Celebration of Halloween was extremely limited in colonial New England because of the rigid Protestant belief systems there. Halloween was much more common in Maryland and the southern colonies.
As the beliefs and customs of different European ethnic groups as well as the American Indians meshed, a distinctly American version of Halloween began to emerge. The first celebrations included “play parties,” public events held to celebrate the harvest, where neighbors would share stories of the dead, tell each other’s fortunes, dance and sing.
Colonial Halloween festivities also featured the telling of ghost stories and mischief-making of all kinds. By the middle of the nineteenth century, annual autumn festivities were common, but Halloween was not yet celebrated everywhere in the country.
In the second half of the nineteenth century, America was flooded with new immigrants. These new immigrants, especially the millions of Irish fleeing the Irish potato famine, helped to popularize the celebration of Halloween nationally.

23/10/2017

Dia Mundial da Biblioteca Escolar




O Dia da Biblioteca Escolar é celebrado na quarta segunda feira do mês de outubro.

Este dia tem como objetivo destacar a importância das bibliotecas escolares na educação, assim como promover o gosto pela leitura.
A data foi comemorada pela primeira vez em outubro de 1999.
Outubro é o mês internacional das bibliotecas escolares.
As bibliotecas escolares desempenham um papel muito importante nas escolas e são um veículo de transmissão de conhecimento, não apenas através dos livros mas também das atividades que aqui se desenvolvem.

Exemplos de atividades para o Dia da Biblioteca Escolar
  • Promover sessões de leitura dos principais livros infantis portugueses.
  •  Selecionar textos ou poemas e lê-los em sala de aula
  • Convidar os alunos a trocarem livros entre si, partilhando os livros que mais gostaram de ler.
  • Visualizar filmes infantis que destaquem a importância da leitura.
  • Propor a cada aluno a escrita de um pequeno conto infantil, tendo como tema principal a leitura e as bibliotecas escolares.
  

Com o tema deste ano "Ligar comunidades e culturas" pretende-se transmitir a ideia de que o Mês Internacional da Biblioteca Escolar liga comunidades de aprendizagem, comunidades sociais e culturais em todo o mundo. O objectivo é que em outubro, se celebre a importância das bibliotecas no desenvolvimento das novas competências da literacia e a consciência da sua importância na afirmação de uma cultura pedagógica que atenda às necessidades dos alunos no século XXI, para além da literacia da informação, promoção da leitura, literacia digital, formação de leitores críticos, construção da cidadania, reforço da inclusão social, cultural, desenvolvimento de boas práticas, sustentabilidade e modelos de colaboração assentes na interdisciplinaridade entre bibliotecários e professores.

O concurso de ideias “Ligando comunidades e culturas” é a iniciativa que a RBE (Rede de Bibliotecas Escolares) lança este ano para assinalar o MIBE (Mês Internacional da Biblioteca Escolar). O seu objetivo principal é fomentar um debate em torno do tema. Desse debate surgirão as ideias-chave e as estratégias para que a biblioteca se apresente como o lugar onde se ligam comunidades e culturas.